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domingo, 29 de setembro de 2013

10. Ferrari 458 Italia

Esta é a Ferrari mais “barata” da lista, já que está à venda em todos os distribuidores da marca italiana espalhados pelo mundo. O modelo representa a modernidade e a beleza estética da Ferrari: ao mesmo tempo em que aponta novas tendências, também retoma traços característicos da marca, com a saída de escape tripla da F40. O superesportivo foi apresentado no Salão de Frankfurt em 2009, e possui um motor central de 4.5 litros com oito cilindros posicionados em V – números que justificam sua nomenclatura. O propulsor entrega 570 cv de potência, e conta com um sistema de transmissão automatizada de dupla embreagem que utiliza tecnologia oriunda dos bólidos de Fórmula 1. O desenho foi criado pelo estúdio Pininfarina.

9. Ferrari Enzo

Esta é uma das maiores extravagâncias da marca italiana. O modelo que presta homenagem ao fundador da marca é praticamente um carro de Fórmula 1 com dois lugares. Construído inteiramente em fibra de carbono, o esportivo foi desenhado pelo japonês Ken Okuyama para a casa Pininfarina. O motor central de 6.0 litros e 12 cilindros entrega 660 cv de potência, e consegue atingir os 360 km/h. O heptacampeão de F1 Michael Schumacher esteve envolvido no desenvolvimento desta Ferrari e testou a afinação de cada um dos 400 exemplares construídos ao longo de dois anos.

8. Ferrari 750 Monza

Este modelo de linhas suaves foi criada com apenas um intuito: obter a vitória nos 1.000 Km de Monza. O engenheiro Aurelio Lampredi convenceu Enzo Ferrari a equipar a 750 com um motor de quatro cilindros, ao invés do propulsor de 12 cilindros habitual na fabrica de Maranello. O modelo foi desenho por Dino Ferrari, e era equipado com um 3.0 litros de 250 cv de potência e 265 km/h de velocidade máxima – marcas conquistas graças ao baixo peso de 750 kg, que explica o nome desta Ferrari. Foram fabricadas apenas 31 unidades. E o objetivo de atingir a vitória em Monza foi alcançado.

7. Ferrari 330 P3

Este protótipo teve apenas três exemplares fabricados e serviu para a Ferrari dar um salto em relação à tecnologia e aos materiais empregados na construção de seus bólidos. A bela carroceria era de fibra de vidro – utilizada pela Ferrari pela primeira vez no modelo – ao invés de alumínio. Os famosos carburadores Weber, que sempre caracterizaram o som dos motores V12 da Ferrari, deram lugar a um sistema de injeção direta de combustível Lucas, de origem britânica. A transmissão era uma ZF alemã. O P3 enfrentou o descomunal Ford GT40 e, mesmo portando um V12 de quase quatro litros e 420 cv de força, não pôde fazer frente ao rival norte-americano, que era impulsionado por um V8 de 7.0 litros. O P3 não foi exitoso nas pistas, mas delimitou novos rumos para a escuderia italiana.

6. Ferrari 250 LM

A intenção de Enzo Ferrari com este modelo era criar um esportivo para a utilização na rua, mas que ao mesmo tempo também fosse um vencedor nas pistas. O objetivo do construtor não foi alcançado, mas a beleza do desenho torna a 250 LM presença obrigatória nesta lista. A carroceria é obra de Pininfarina e construída por Scaglietti entre os anos de 1964 e 1965, com fabricação de apenas 32 modelos. O motor era central longitudinal – um V12 de quase 3.3 litros. A potência do V12 era de 320 cv, e graças à sua fabricação tubular, fazia do carro um verdadeiro esportivo. O modelo ganhou as 24 Horas de Le Mans em 1965.

5. Ferrari Testa Rossa 250

O nome deste bólido se deve à cor da cabeçote (Testa) do motor, pintada de vermelho (Rossa). O desenho é obra do estúdio Carrozzeria Scaglietti, de propriedade de Sergio Scaglietti, que trabalhou muitos anos com Enzo Ferrari. O estilo da 250 TR foi inspirado nos carros de Fórmula 1 dos anos 1950. Os para-lamas dianteiros foram desenvolvidos de forma a ajudar a resfriar os freios quando a máquina estava em alta velocidade. O desenho também aderiu às novas regras da FIA, que passou a exigir motores de até três litros, no máximo. Enzo Ferrari colocou um motor V12 que atendia às exigências da entidade, e o modelo se tornou um campeão, que deu à Ferrari três míticos títulos nas 24 Horas de Le Mans. A Testa Rossa foi o último modelo com motor dianteiro a obter vitória no circuito francês. Recentemente, um exemplar de 1957 foi leiloado por US$ 16 milhões, cerca de R$ 26 milhões.

4. Ferrari F40

Esta Ferrari é, sem dúvida, a origem dos chamados superesport
ivos. Foi o último modelo desenvolvido pelo fundador Enzo Ferrari, que decidiu criar uma máquina que sintetizasse toda a força da marca italiana. A F40 foi desenhada pelo estúdio Pininfarina e fabricada com fibra de carbono, Kevlar, Nomex e alumínio. O motor V8 veio da 288 GTO e também foi colocado na parte central, mas a potência alcançada era muito maior, graças aos turbos e aos avanços na gestão eletrônica do propulsor. O poder foi elevado para os 478 cv e, como a F40 pesava apenas 1.100 kg, conseguia atingir os 325 km/h sem qualquer tipo de assistência eletrônica. Foram produzidos 1.315 exemplares, com preço inicial de US$ 400 mil dólares, cerca de R$ 640 mil – e era preciso já ser cliente da marca para poder adquirir uma unidade do modelo, e depois ainda ter sorte para passar por uma seleção. 

3. Ferrari 288 GTO

Outra Ferrari homologada para as ruas, a 288 GTO foi criada para competir no Grupo B da FIA, que propunha aos fabricantes a construção de carros de desempenho extremo e mecânica espetacular, para colocar o talento dos pilotos à prova. A 288 é impulsionada por um propulsor central de oito cilindros em V, de 2.8 litros. O nome do modelo é uma junção dessas características: os dois primeiros números se referem à capacidade cúbica do motor, enquanto o último indica o número de cilindros. Foram fabricadas 272 unidades entre 1984 e 1986. A potência desta máquina com design criado por Pininfarina é descomunal – os dois turbos do motor fazem o conjunto alcançar 400 cv de potência facilmente, atingindo 305 km/h. O Grupo B da FIA foi cancelado por causa de uma imensa quantidade de acidentes fatais com veículos tão potentes, mas a 288 GTO continua inspirando uma legião de fãs.

2. Ferrari 356 GTB/4 Daytona

Esta mítica e rara Ferrari não tem “Daytona” em seu nome oficial, mas graças ao triunfo do modelo nas 24 Horas de Daytona, na Flórida, a alcunha foi adotada pelo público. O motor está na parte dianteira do esportivo. Trata-se de um descomunal V12 de quase 4.4 litros, que desenvolve 352 cv de potência. As iniciais do nome significam Gran Turismo Berlineta. A Daytona é obra do famoso estúdio Pininfarina. Foram construídos 1.406 exemplares, dos quais 1.284 foram GTB – com carroceria fechada – e apenas 122 foram conversíveis GTS (Gran Turismo Spider). O modelo foi produzido de 1968 a 1974, e ficou ainda mais famoso graças à série de TV dos anos 1980 “Miami Vice” – apesar de a unidade conduzida pelo detetive Sonny Crockett no programa ser apenas uma réplica.

As 10 Ferrari mais belas de todos os tempos

1° Ferrari 250 GTO

O mais exclusivo e raro dos esportivos da marca também ocupa a preferência de muitos amantes da alta velocidade. O nome do modelo faz referência ao tamanho de cada um dos cilindros de 250 cm³ do motor V12 de 3.0 litros, que desenvolve 302 cv de potência e consegue atingir os 280 km/h. A sigla GTO, de Gran Turismo Omologata, refere-se às unidades de corrida homologadas para as ruas. O charmoso desenho da carroceria é obra do designer Sergio Scaglietti e a mecânica foi criada por Mauro Forghieri. O período de fabricação desta raridade foi de apenas dois anos, e somente 36 unidades saíram das linhas de produção de Maranello. A Ferrari ganhou três títulos mundiais consecutivos da categoria GT de 1962 a 1964. Um único exemplar da 250 GTO chega a ser avaliado em até US$ 30 milhões, cerca de R$ 48 milhões.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Subaru impreza terceira geração

Em 2 de abril de 2007, a Subaru revelou oficialmente a terceira geração do Impreza. O Impreza era oferecido como um sedan de 4 portas e pela primeira vez como hatchback, de 5 portas.
O Impreza foi ligeiramente mais longo e largo que a carroceria anterior, também com maior distância entre eixos.
Em setembro de 2007, a gama Impreza na Austrália foi alterada com novas designações: RRXRS e WRX. As versões RRXRS usavam o mesmo motor 2.0 boxer. Diferença perceptível no modelo japonês é a remoção do botão "Engine Start", disponível no modelo australiano.
A terceira geração era vendida em alguns países asiáticos, com as versões 1.5R2.0R2.0 S-GT2.5 WRX e 2.5 WRX STI. Na Indonésia, o Impreza foi inicialmente disponível apenas como Hatchback 5 portas.
A geração do STI WRX estreou no Salão do Automóvel de Tóquio, em outubro de 2007. A data de lançamento nos EUA foi março de 2008. O WRX STI japonês era vendido com motor 2.0, enquanto os modelos de exportação usam motores 2.5.

Impreza a diesel



Um Impreza com motor a diesel foi introduzido em 2008, na Paris Motor Show. A versão diesel foi disponibilizada para venda em vários países europeus no início de 2009, com o motor 2.0 de 150 cv de potência. Dois modelos foram lançados em julho de 2009, 2.0 TD e 2.0 TD Sport.

Subaru impreza segunda geração

A Subaru apresentou o Impreza para o mercado em 2000. A segunda geração foi destinada a ser maior e evoluída. O Sedan WRX possuía uma faixa de 20mm mais larga do que a antiga geração como melhora na estabilidade. A carroceriaStation Wagon foi pouco modificada. A versão cupê fora encerrada. Novos faróis arredondados foram incorporados no modelo, causando diferença com a geração anterior. Diversas modificações foram realizadas, atualizando o modelo.
Sport Outback da segunda geraçãoImpreza RV, com mesma opção de cores da versão americana. Foi disponibilizado nessa versão, um sistema de embreagem de duplo disco. Com a introdução da terceira geração Impreza em 2008, o Impreza RV foi renomeado como Impreza XV.

Subaru impreza Primeira Geração

Introduzido no início de março de 1993, o Impreza foi oferecido em tração dianteira ou integral em versões sedã, station wagonou hatchback. No final de 1995, uma versão cupê de 2 portas foi introduzida. Opções de motores iniciais incluíram 1.6, 1.8, 2.0 e Turbo (2.0).
Sport Outback introduzido em 1995, foi o nível superior da guarnição do modelo de Station Wagon do Impreza, mesmo sem alterações significativas mecânicas ou de desempenho. O pacote de Desporto Outback não estava disponível no Impreza sedã ou cupê.
Sport Outback foi oferecido com alguns equipamentos opcionais, como uma bússola, indicador de temperatura externa e barômetro na parte superior do painel.
As versões apresentadas eram LXGL e Sport. Os modelos LX eram oferecidos apenas com tração dianteira e motor 1.6. ASport Version havia um motor 2.0.
Em 1994, a Subaru introduziu a Subaru Technica Internacional (STi) nas versões do Impreza WRX no mercado doméstico japonês (JDM). Voltado para a corrida e rally, as versões AR eram mais leves, despojadas e de maior durabilidade.
As edições especiais do Impreza eram muito comum no Japão e na Europa, muitas conseguiam vitória do Campeonato Mundial de Rally. Estas edições incluem a Série McRae555CatalunyaTerzoRB5P1 e 22B.
O Impreza recebeu um pequeno facelift externo no ano 1997, seguido por um redesign interior em 1998, usando o novo painel de instrumentos redesenhado.